segunda-feira, 31 de março de 2014

Turn It Up (feat. Soulja Boy) - Wanessa

Segunda chegou e nada melhor do que começar a semana ouvindo Turn It Up da Wanessa com parceria do rapper americano Soulja Boy. A música é inédita da cantora e está bombando nas baladas do Brasil. Sua letra condiz com a comemoração da Wanessa depois de um dia exaustivo de trabalho, onde ela só quer dançar, se divertir como se tivesse apenas aquele dia.

Decidi criar esse post pois estou ouvindo muitas críticas contrárias sobre o vídeo clipe do single, então resolvi expor a minha opinião sobre a nova canção de Wanessa.

Turn It Up (feat. Soulja Boy)
Wanessa

O clipe começa com Wanessa esperando as amigas para ir à balada se divertir. O contexto de introdução do clipe eu não curti muito. Achei que ficou adolescente demais para cantora. Se passasse uma visão de adulta seria bem melhor, dando mais exuberância à beleza de Wanessa tornando-a um mulherão diante das câmaras. Porém ela está linda no início do clipe, mesmo com esse pequeno erro no roteiro.

Depois que as supostas amigas de Wanessa aparece. A cena muda e ela começa a escolher a roupa que vai usar na festa. Ressaltando esse ponto chato: Essa adolescência interminável no começo do clipe, que é totalmente sem nexo, já que a cantora tem mais de 30 anos. Mas depois dessa desprezível cena, aparece Wanessa toda cheia de pérolas, ressaltando seus lábios e exibindo ai, toda a sua beleza na cena.


Soulja Boy como sempre ostentando com seus colares, pulseiras e todos os acessórios preferidos dos rappers para transmitir uma aparência de riqueza, fama e sucesso. Sobre a coreografia, eu esperava um pouquinho mais. Deu para se satisfazer com os poucos passos de dança que a Wanessa faz, mas já era de se esperar que não fosse tão agitado assim, já que ela está grávida e teve um pouco de dificuldade na hora da execução dos passos.


Gostei demais do visual policial dela. Para ser sincero, todo figurino da cantora no vídeo clipe é magnífico. Transmite sensualidade, exuberância e riqueza. Tendo como destaque também, a cena em que ela está sentada em um cenário todo escuro, com inúmeras velas ao redor. Mas o que mais me chamou a atenção, foi a parte em que ela sensualiza 'nua' em uma piscina, ou em outras visões, um próprio lago. Porém dois pontos negativos dentre essas cenas acima, uma delas é o berimbau, que aparece durante a coreografia no visual policial de Wanessa, que eu achei desnecessário. Ela pode até exibir orgulho em ser brasileira colocando esse instrumento de corda no roteiro do vídeo clipe, mas eu não colocaria, já que essa visão de brasileira, para Wanessa está um pouco apagada, acho até que Brasil está pequeno demais para o talento dessa cantora que vem crescendo mais e mais. Outro ponto negativo é a própria cena da piscina/lago. Realmente ela está linda nessa parte, mas o que muitos vão reparar é que essa cena está composta em vários clipes de cantoras americanas. Dou destaque na Demi Lovato em Neon Lights.


Se for resumir a letra da música em uma palavra, resumiria em: Balada. Porém fica difícil clipes ficarem legais com esse compositivo no roteiro do vídeo clipe. Foram poucos que assisti que ficaram legais. Tem até uns que se passa inteiramente em uma balada, ficando entediante e ridículo, sem propósito algum. Turn It Up possui algumas cenas dela 'agitando' na balada. Cenas cuja direção foi péssima. Acho que cenas que envolve baladas devem ser bem administradas e compostas, ou melhor dizendo, simples mais ao mesmo tempo carregadas em atitudes. Por exemplo, se tivesse uma coreografia no meio da pista, ou até então Wanessa no centro, sem dublar a música, apenas imóvel olhando 'nos olhos' da câmara enquanto todos ao ser redor dançar sem parar, seria bem bacana. Ficaria menos chato e repetitivo. E proporcionando ai, muita sensualidade no olhar e deixando o vídeo clipe mais adulto, já que uma balada é um ambiente aonde pode acontecer de tudo.


Em geral o clipe me agradou, mas esperava muito mais do roteiro criado pelo diretor. Figurino impecável, coreografia nem tanto, roteiro péssimo, porém só de ter a presença e exuberância de beleza da Wanessa já positiva todos os defeitos de Turn It Up. Que o próximo single seja melhor administrado. E estamos esperando um novo álbum!

Esse foi o post single de hoje e espero vocês amanhã.
Até mais leitores!

XOXO

domingo, 30 de março de 2014

DNA - Wanessa

DNA é o título do sétimo álbum de estúdio da carreira da cantora pop brasileira Wanessa, lançado em 28 de julho de 2011 pela Sony Music. O álbum é influenciado em pop contemporâneo, incorporando vários outros gêneros musicais, como elementos de R&B, tendo como produtor único, Mister Jam, que já havia trabalhado com a cantora antes.

As primeiras informações do álbum surgiram em 2010, em uma entrevista para a rádio Transamérica, revelando que o álbum seria totalmente em inglês. A gravação aconteceu a partir de março de 2011 em um estúdio em São Paulo, sendo finalizado e masterizado em Nova York, nos estúdios Sterling Sound.

DNA
Wanessa

FAIXAS
01 DNA
02 Stuck On Repeat
03 Murder
04 Worth It
05 Sticky Dough (feat. Bam Bam)
06 Get Loud!
07 Falling For You
08 Blow Me Away
09 Rescue Mission
10 Tonight Forever
11 High
12 It's Over
13 Stuck On Repeat (Dave Audé Club Remix)
14 Worth It (Mister Jam Boomboxx Club Mix)
15 Blind Faith



O colunista Jarett Wieselman, especializado em música, disse que "Stuck On Repeat" é uma das melhores músicas dançantes dos últimos tempos. Mauro Ferreira (que produziu duas resenhas sobre o álbum), no jornal O Dia declarou que Wanessa está encontrando sua identidade e que o álbum soa menos artificial e fabricado na sala de marketing de sua gravadora. O crítico destacou as canções "Get Loud!" e "Murder" como as melhores do álbum, porém negativou a faixa "It's Over", classificada como ruim e enjoativa. Ainda declarou que "Sticky Dough" não é um potencial hit como a canção "DNA", classificando a faixa-título como a mais sedutora.


Em uma resenha feita em seu blog, Mauro Ferreira avaliou o álbum com 3 estrelas de 5, dizendo que DNA é mais coeso que o seu trabalho anterior Meu Momento. Ele também disse que Wanessa apresenta apresenta seu primeiro CD realmente interessante. Já o site Território da Música (antes Canal Pop) fez críticas positivas dizendo que tecnicamente, o trabalho é primoroso, com produção musical grandiosa, bom repertório, arranjos coesos, gravação e mixagem impecáveis e um timaço de músicos, conceituando o álbum como um importante momento na trajetória de Wanessa. A revista Rolling Stone Brasil declarou que o álbum é extremamente profissional, destacando as canções em "Sticky Dough", "Falling For You", "Murder" e a romântica "It's Over". A crítica ainda diz que Wanessa tem o mérito de ter se reinventado, completando que hoje em dia ninguém mais a associa a seu passado de baladas derramadas.

Worth It

Sticky Dough (feat. Bam Bam)

O álbum estreou na posição número vinte e dois no Top 40 Albums do Hot 100 Brasil. Na semana seguinte subiu para a décima sexta colocação e, em 14 de agosto de 2011 chegou à onze. Em 21 de agosto o álbum chegou à seu melhor desempenho ao atingir a colocação de número dez.


Baixe o álbum e sinta o ritmo dançante e baladeiro de Wanessa.
Até a próxima leitores!

XOXO

sábado, 29 de março de 2014

A Morte do Demônio (2013)

A Morte do Demônio é um filme de terror norte-americano dirigido por Fede Alvarez. É o remake do filme The Evil Dead, lançado em 1981, escrito, produzido e dirigido por Sam Raimi, que também escreveu e produziu o remake. A intenção de Raimi é clara - entregar a direção para um cineasta novo, que trouxesse uma visão inovadora e antenada aos tempos atuais, tal qual o fizera o próprio Raimi no filme original de 1981 que, aliás, já é uma refilmagem de um curta seu chamado Within the Woods, de 1978.

A Morte do Demônio
Evil Dead
Para ajudar a irmã Mia que esta em abstinência de drogas e tem surtos constantes, irmão e uns amigos levam ela para um cabana isolada na floresta, onde pensam em fazê-la relaxar, mas chegando lá, encontram o livro Necronomicon e libertam os Mortites de volta em novo universo.



Como sendo um regravação, algumas pessoas possuem um certo preconceito. Na verdade em partes alguns remakes estragam os filmes clássicos, como por exemplo a regravação de 2009 de Sexta-Feira 13. Achei os atores péssimos e o desenrolar da história um pouco chata; mesmo assim possui seus pontos positivos, que logo logo vou estar falando aqui no leitores atentos!

O assunto de hoje é sobre um remake que saiu no ano passado (2013) e que deu o que falar. Em geral agradou os espectadores, mesmo com opiniões mistas. Eu por exemplo fiquei mais apaixonado pela Trilogia Clássica com esse remake. Achei inovador, diferente e totalmente perturbador como diz o cartaz, e também um dos únicos filmes que já vi inúmeras vezes e não consigo enjoar.


Se você já viu o filme clássico lançado em 1981 sabe que esse remake foi, com certeza, bem inovador. Fede Alvarez conseguiu criar uma versão diferente do clássico sem perder o seu frescor e originalidade. Por ser um diretor novato, os fãs da franquia ficaram com um pé atrás se o filme seria ou não seria bom, até chegaram a ameaçá-lo em redes sociais dizendo que se ele estragasse a versão original criando um remake que acabaria com as raízes, a sua carreira que estava apenas começando, iria se tornar pó. Mas Fede levou isso como um desafio. As críticas foram como ponte para as ideias virem e deixar a regravação perfeita.


Mas tenho que ser realista, como todo filme bom, alguns defeitos sempre aparecem. A regravação não possui atores tão bons. Shiloh Fernandez que interpreta David tinha tudo para ser um 'Ash' no filme, mas no meio da história ele perde o seu frescor do personagem e se torna apenas mais um no filme. Elizabeth Blackmore interpreta Natalie, namorada de David. A atriz é linda, porém é a única personagem que possui poucas falas, se tornando uma anônima no filme. Elizabeth é uma atriz novata. A Morte do Demônio foi o único filme que ela fez até agora, no meu ver, ela merecia uma chance de se destacar tanto quanto os outros. Mas quando o clímax de Natalie é alcançado, o filme te passa uma sensação de que aquilo é só o começo de muitas outras partes nojentas que estão por vir. Jessica Lucas interpreta a enfermeira Olivia. Uma atriz excelente. Está no elenco de Pompeia, e simplesmente se torna um dos destaques, tanto em Pompeia, quanto em A Morte do Demônio. Lou Taylor Pucci interpreta o professor Eric, que é o responsável por ressuscitar os demônios na floresta. Um personagem que se ferra o filme todo, mas não podemos negar que foi bem interpretado pelo ator. Mas o destaque para o filme vai para Jane Levy. Uma atriz que consegue convencer tanto em Mia 'personagem', quanto em Mia 'demônio', que olha, é uma atriz e tanto. Para quem viu os bastidores das gravações do filme, contidos no disco Blu Ray do filme, sabe que ela foi a atriz que mais passou por dificuldades no set. Devido ao frio, Jane tinha que encarar as filmagens com vestidos de manga curta e sem perder o foco da personagem. Deixava os sentidos tomar conta dela, e sabia que o futuro do filme estava em sua mão, então deu o seu máximo, e não podemos reclamar pois ela deixa ai uma personagem, Mia, que vai ficar eterna tanto quanto Ash da Trilogia Clássica.


Os efeitos da regravação ganham do clássico, isso é óbvio. Na década de 80 os recursos não eram lá muito bons, mesmo com a maquiagem carregada e passando medo ao espectador, o filme não ganharia do remake. Os efeitos da nova visão são bem bem feitos e bem posicionados na cena. Não seguindo aquele roteiro de que quando a cena fica forte a câmara corta, e sim fixando mais ainda na cena sem se preocupar com a censura. 

Gosto muito do clássico de 81, mas tenho que admitir que o remake ultrapassou as minhas expectativas de ser um filme bom, para um filme mais que ótimo. Bruce Campbell disse ao primeiro dia de gravação que o filme daria muito trabalho, porém, todos os filmes que dão trabalho, são os que vão ter um resultado mais de positivo.


Jane Levy admite que morre de medo de ver filmes no estilo de A Morte do Demônio, mas mesmo com medo, ela queria fazer o papel para ver até onde ela poderia ir. Até então a atriz nunca tinha visto o clássico lançado em 1981, que só passou a ver depois de conquistar o papel de Mia no remake.
"Eu adorei. Não achei engraçado, não. Achei assustador. Aliás, não sei como podem achar engraçado, mas é completamente diferente do que estamos fazendo".
"O nosso, com certeza, não é engraçado. Parte de mim estava torcendo para que tivesse um pouquinho de comédia porque o negócio estava bem pesado e até comecei a ficar nervosa. Quem vai querer assistir ao filme de uma viciada que vira demônio? Mas, apesar de tudo, acabou saindo um resultado bem interessante." 
Jane ainda diz que a gravação do filme foi uma tortura que durou quatro meses, e que nunca tinha passado por nada parecido. Em uma das cenas finais, Jane revela que foi enterrada viva à sete palmos da terra, com apenas um celular e lanterna. Realmente, tudo o que você vê no filme foi a própria atriz que fez, mesmo que, às vezes, tenha levado um tempão para conversar a própria a aceitar o desafio.
"Fede me atormentou para fazer praticamente tudo. Quando fui enterrada viva, chorei. Fiz uma tomada e me recusei a prosseguir, mas acabamos fazendo várias versões e, não sei como, ele conseguiu me convencer de que podia concluir a sequência."
 As gravações duraram apenas 70 dias, a maioria dos quais Jane passou com maquiagem de demônio, encharcada de suor, correndo, gritando ou coberta de sangue. No final ela já estava gritando, desesperadamente para tirarem a maquiagem dela, pois não estava aguentando mais. Toda vez que a palavra "Corta!" era dita, Jane corria para o chuveiro e ficava durante uma hora lá tirando toda maquiagem.


No fim, Jane reconhece que valeu a pena. 
"A Maquiagem ficou ótima. O visual é sensacional, não se parece com nenhum outro terror que eu tenha visto. Nem sei como descrever. Parece que rodamos um filme, mas ao mesmo tempo parece real."
"O Fede criou um clima fantástico. Acho que também tem uma pitada de nostalgia, como se fosse um daqueles filmes de 30 anos atrás, só que com toda a tecnologia dos dias atuais". 
A parte mais assustadora para Jane é colocar o filme no mercado e ser julgado pelos fãs hardcore do original. Mas mesmo com as críticas, ela garante que não está preocupada pois não importa o trabalho que você faça, vai sempre sofrer pressão, pois tem uns que vão gostar e os que não vão; nunca vão conseguir agradar à todos.


Realmente, todas as regravações sempre sofrem preconceitos. Os fãs dos clássicos sempre ficam com um pouco de medo se o novo irá agradar à ele e aos outros, na verdade, nenhum remake sairá em perfeitos detalhes. A Morte do Demônio é uma regravação ótima, mas como todo filme ótimo, alguns defeitos sempre aparecem, querendo ou não. Eu sou um cinéfilo que gosta e aprova os remakes. Eles não são apenas uma cópia do original e sim uma nova visão, com efeitos, fotografia, trilha sonora, enfim, uma versão com a tecnologia atual. Acho que não temos que ficar nos antigos e ponto final, temos que progredir com a tecnologia e buscar ver as novas versões que estão por vir no cinema atual. Descontraindo, quero muito um remake de O Bebê de Rosemary (1968). Quase ninguém aprova esse remake, mas não gostei do fim, e quem sabe, eles melhoram o final na regravação.


CURIOSIDADES

- "A Morte do Demônio" foi vendido comercialmente como o filme de terror mais violento e assustador de sempre.

- Recebeu a classificação "NC-17" nos EUA por ser demasiado violento, os produtores foram obrigados a cortarem cenas violentas do filme para ser classificado como "R".

- O filme é concebido como um remake, mas na realidade também pode ser considerado uma sequência do filme original.

- Em Portugal, utilizaram as secções dos obituários nos jornais para promoverem o filme.

- Foi lançado em Portugal com a classificação de "Maiores de 18 anos", mas mesmo assim conseguiu obter cerca de 14,000 espectadores, algo raro num filme com essa classificativa.

- Na cena após créditos finais, pode-se observar, Ash, o protagonista dos filmes originais.

- O filme possui um final alternativo em que Mia recebe ajuda de Ash e volta a ficar possuída, então Ash mata Mia. Este final alternativo foi cortado para permitirem os produtores lançarem a sequência.

- A sequência está a ser produzida, mas vários rumores afirmaram que será mais violenta e assustadora e poderá ser protagonizado por Bruce Campbell e Jane Levy nos papeis de Ash e Mia. Eles ainda estão em negociações.


Mais violento e assustador que o primeiro? 
Porquê se for, já ganharam meus aplausos em pé.

A Morte do Demônio deu o que falar e a continuação prevista para 2015 está prometendo ser pior que o primeiro filme. Eu estou esperando ansiosamente pela continuação e torcendo para que Bruce Campbell entre para o elenco junto com Jane Levy, seria a dupla perfeita.


Nota do Filme: 10 de 10


O que acharam do post "sangrento e perturbador" de hoje?
Evil Dead, em minha visão, foi o melhor remake já feito. E se você ainda não viu, não sabe o que está perdendo. Corra para a locadora e veja no escuro... se conseguir! (risos)

XOXO

sexta-feira, 28 de março de 2014

O Homem de Aço (2013)

O Homem de Aço é um filme dos Estados Unidos dirigido por Zack Snyder e escrito por David S. Goyer. É baseado no personagem Superman da DC Comics e é um reboot da série cinematográfica Superman, mostrando a história de origem do personagem. O filme é estrelado por Henry Cavill como Clark Kent/Superman, com Amy Adams como Lois Lane, Michael Shannon como General Zod, Diane Lane como Martha Kent, Kevin Costner como Jonathan Kent, Laurence Fishburne como Perry White e Russell Crowe como Jor-El.

O Homem de Aço
Man of Steel
Nascido em Krypton, o pequeno Kal-El viveu pouco tempo em seu planeta natal. Percebendo que o planeta estava prestes a entrar em colapso, seu pai o envia ainda bebê em uma nave espacial, rumo ao planeta Terra, e levando com ele importantes informações de seu povo. Contrariado com tal atitude, o General Zod tenta impedir a iniciativa e acaba preso. Já em seu novo lar, a criança foi criada por Jonathan e Martha Kent, que passaram a chamá-lo de Clark. O tempo passa, seus poderes vão aparecendo e se tornando, de certa forma, um problema, porque isso evidencia que ele não é um ser humano. Já adulto, Clark se vê obrigado a buscar um certo isolamento porque não consegue resistir aos salvamentos das pessoas e sempre precisa sumir do mapa para não criar problemas para seus pais. Mas o terrível Zod conseguiu se libertar e descobriu seu paradeiro. Agora, a humanidade corre perigo e talvez tenha chegado a hora das pessoas conhecer a pessoa que ficou conhecida como Superman.




O desenvolvimento começou em 2008 quando a Waner Bros. começou a receber propostas de escritores de quadrinhos, roteiristas e diretores, optando por reiniciar a franquia. Uma decisão judicial em 2009 entregou os direitos da origem de Superman de volta para a família Jerry Siegel junto com o direito autoral. A decisão afirmava que a Waner não devia a família royalties adicionais dos filmes anteriores, porém se não começassem a produção um filme do personagem até 2011 então os espólios de Siegel e Joe Shuster poderiam processar o estúdio pelo lucro perdido por um filme não produzido. Christopher Nolan apresentou a ideia de Goyer durante a pré-produção de The Dark Knight Rises, com Snyder sendo contratado em outubro de 2010. As filmagens começaram em agosto de 2011 em West Chicago, Illinois, indo depois para Plano e Vancouver.


Man of Steel estreou em 14 de junho de 2013, se tornando um enorme sucesso de bilheteria apesar de uma recepção mista da crítica. Alguns críticos destacaram a narrativa do filme, as atuações, visuais e a reinvenção do personagem, enquanto outros criticaram seu ritmo e falta de desenvolvimento de personagens.


Como todos sabem, ou se não sabem vão ficar sabendo agora, sou um hiper fã do Superman. Mas só virei fã depois de ter visto esse filme, que foi como uma porta se abrir à minha frente. Não só virei fã da franquia por conta do ator, que aqui entre nós, é lindo demais; mas também por conta do herói. Homem de Ferro é um herói da Marvel que sou apaixonado, e com o Superman da DC Comics não foi diferente, já que gosto bastante do gênero de filmes com super heróis. Depois de ter visto O Homem de Aço, precisei pesquisar sobre o herói e já quis comprar todos os filmes e ficar por dentro de tudo que a franquia rendeu na cinematografia.


O filme contém aproximadamente 2h e 20m, mas é tão gostoso de ver que você nem percebe que é demorado. Contém cenas magníficas com efeitos deslumbrantes, atuações bem feitas e direção de Zack Snyder nem se fala, é perfeito em todos os detalhes. O desenvolvimento do filme é um pouco pacato, porém é um reboot, ganha características dos dois primeiros filmes estrelado pelo Christopher Reeve, por esse motivo, acabou ficando um pouco carregado demais nos detalhes. Os efeitos, foram criticados por serem desconstrutivos demais. Quando chega ao clímax do filme, a cidade de Nova Iorque é praticamente destruída pelo Superman e Zod, deixando assim os efeitos com muitas informações, como em 3D, ficou um pouco retorcido. O fato é que o vilão e mocinho contém os mesmos poderes. Tornando óbvio eles destruírem uma cidade, talvez um mundo inteiro, já que ambos possuem poderes avassaladores. Mesmo com essa crítica, eu ainda continuo achando o filme perfeito. Os atores, como já disse, são excelentes. Damos destaque à Henry Cavill, que arrasa no papel do Superman


Nos Estados Unidos, o filme conquistou a maior estreia do mês de junho na história do cinema, arrecadando mais de US$ 125 milhões, superando os US$ 110,3 milhões de Toy Story 3 em 2010. No Brasil, o filme acumulou R$ 12,5 milhões e 822 mil espectadores na pré-estreia e na primeira semana de exibição, liderando o ranking nacional. Em Portugal, a bilheteria também ficou no primeiro lugar, com mais de 13 milhões de euros na primeira semana. Em termos de bilheteria mundial, superou a marca de 500 milhões de dólares na sua terceira semana de exibição, ficando atrás apenas de Homem de Ferro 3 como filme mais rentável de 2013.

O orçamento do filme foi de US$ 225 milhões e teve um lucro de US$ 668.045.518 milhões.


Em 10 de junho de 2013, foi anunciado que o diretor Zack Snyder e o roteirista David S. Goyer voltariam para a sequência de O Homem de Aço, que está sendo rapidamente planejada pela Warner Bros.. No dia 20 de julho, foi confirmado pela Warner Bros., na Comic-Con 2013, que O Homem de Aço 2 terá a presença de Batman, que será interpretado por Ben Affleck, e também será lançado em 2015 e as filmagens estão marcadas para início de 2014. Zack Snyder voltará como diretor, David S. Goyer como roteirista e Christopher Nolan retorna, mas agora como produtor executivo.  


Desculpem os fãs de Batman, mas não gosto do herói e fiquei chateado que o filme vai contar com a participação do Cavaleiro das Trevas. Mas embora eu tenha ficado chateado e não gostado da ideia, vou assistir por conta do Superman e talvez, quem sabe, minha ideia sobre o Batman mude. E ai, ansioso para a continuação de Man of Steel?

XOXO

quinta-feira, 27 de março de 2014

Shakira. (Deluxe Version) - Shakira

Shakira. é o décimo álbum de estúdio da cantora, produtora e compositora colombiana Shakira. O lançamento ocorreu em 25 de março de 2014 pelo selo da RCA Records em parceria com a Sony Music. O primeiro single do álbum foi a canção Can't Remember to Forget You lançado no dia 13 de janeiro de 2014. Segundo a Ultratip, ficou em primeiro lugar na parada musical na região de Valônia, na Bélgica. Também se destacou na Espanha, onde conseguiu a posição de número 2. No dia 22 de janeiro de 2014, a cantora publicou a versão em espanhol da canção "Nunca Me Acuerdo de Olvidarte", que ganhou um vídeo clipe lançado no dia 20 de fevereiro de 2014, quase um mês depois da canção ser liberada, o vídeo contém as mesmas cenas, porém sem a participação de Rihanna.

Shakira. (Deluxe Version)
Shakira

 FAIXAS
01 Dare (La La La)
02 Can't Remember To Forget You
03 Empire
04 You Don't Care About Me
05 Cut Me Deep (feat. MAGIC!)
06 Spotlight
07 Broken Record
08 Medicine (feat. Blake Shelton)
09 23
10 The One Thing
11 Nunca Me Acuerdo de Olvidarte
12 Loca Por Ti
13 La La La (Brasil 2014) [feat. Carlinhos Brown]
14 Chasing Chadows
15 That Way



Este álbum, marca a estreia de Shakira com a RCA Records. Até então, seu último álbum Sale el Sol foi gravado pela Epic Records. Além da RCA, Shakira também assinou contrato com a Sony Music, que ficará encarregada de lançar e distribuir os discos da cantora pelo mundo. Já Live Nation, ficará responsável pela divulgação do álbum, que irá ganhar 3 versões diferentes além da edição padrão.

Can't Remember To Forget You (feat. Rihanna)
Lançamento: 13 de Janeiro de 2014



Nunca Me Acuerdo de Olvidarte
Lançamento: 20 de Fevereiro de 2014



Empire
Lançamento: 24 de fevereiro de 2014


Já foi anunciado o novo single do álbum, e será Dare (La La La). Música que foi feita para a Copa do Mundo de 2014 e que o vídeo clipe vai ser lançado pouco tempo antes de começar os jogos.

O novo álbum contém músicas excelentes. Can't Remeber To Forget You é para se alegrar, dançar e curtir na balada. Já Empire, é para refletir, se emocionar e cantar a música junto com a Shakira. Não perca tempo e faça o download agora mesmo, vocês vão adorar. Até mais leitores!

XOXO

quarta-feira, 26 de março de 2014

A Morte do Demônio (1981)

Já que estou animado, resolvi começar a falar sobre a Trilogia Clássica e Remake "A Morte do Demônio". Um filme que gerou muita repercussão no ano de lançamento devido as cenas extremamente violentas para a época. Durante mais de 30 anos, The Evil Dead é conhecido como um filme de cenas repugnantes já filmadas. O filme para alguns é algo totalmente sem nexo, mas para quem gosta do gênero, classifica-o como uma obra prima do horror. E ai, preparado?

A Morte do Demônio
The Evil Dead


Ash (Bruce Campbell), Cheryl (Ellen Sandweiss), Linda (Betsy Baker), Scotty (Hal Delrich) e Shelly (Sarah York), vão passar um fim de semana em uma cabana na floresta, chegando lá encontram o Necronomicon, o livro dos mortos, que os deixam em uma terrível situação, que tentarão sobreviver em um cenário bizarro e desesperador.

 

 No Brasil o filme também é conhecido como Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio. O filme é de origem norte-americana, lançado em 1981 pelo diretor Sam Raimi. No Brasil o filme só chegou no final dos anos 80, em 1989. Devido ao grande conteúdo de violência a versão original foi proibida em vários países, como na Finlândia, Islândia, Irlanda e na Alemanha. Na Alemanha o filme teve sua exibição proibida durante quase 10 anos. Nestes anos circulava clandestinamente no mercado negro. Foi exibido publicamente em 1992 com várias edições e censuras, até que em 2001 foi lançado em DVD sem cortes.

A Morte do Demônio é um dos meus favoritos por conta do terror contido no filme. Puxando mais para o terror gore, que na época era mais conhecido como horror. O filme hoje não é considerado tão assustador quanto ao ano de lançamento. Passado os anos, o filme ganhou o titulo de "Trash". Para muitos, trash significa algo que é de orçamento barato e que, em língua popular, não presta, ou aprofundando mais, algo que em vez de dar medo, é engraçado. Mas para os fãs de filmes trash, significa algo que é insubstituível, e que mesmo com o passar dos anos, ele estará intacto e imortal. Um Clássico do terror.


The Evil Dead ganhou muita repercussão na década de 80 e foi arrecadando muitos fãs durante todos esses anos. O filme possui duas continuações, formando assim uma trilogia. 

Bom, confesso que quando vi eu dei muitas risadas. Estamos acostumados com o terror moderno, assustadores e cheio de realidade, quando vemos um clássico, achamos graça de tudo que passa. Mas o filme com certeza foi perturbador algum dia. Na verdade, hoje ele pode até ser para quem não é acostumado a ver filmes de terror, ai sim a repercussão seria diferente devido à visão de outros espectadores. As cenas envolvidas na trama são diferentes de tudo que já vi. Os personagens viram demônios assim como um vírus é transmitido pelo ar. A base de sobrevivência em A Morte do Demônio é se cuidar o máximo, e ter menos contato possível com quem está com o "demônio" no corpo. Porém a realidade é outra. Ash e seus amigos nunca viram algo parecido, então pensam que tudo isso é apenas "um ataque de loucura", mas a verdade é que eles estão dedicados a morrer.


Sem muita tecnologia e recursos. Os efeitos e maquiagem, como vocês devem estar percebendo, são típicos da década de 80. Mas mesmo com o orçamento baixo do filme, eles conseguem te transmitir pavor e arrepios intensos, principalmente no medo psicológico envolvido na trama.

Os personagens são ótimos, principalmente Ash. Que no começo é meio apagado, mas vai ganhando a sua posição de principal e sendo assim o único personagem encaixado nas outras sequências. Ash é interpretado por Bruce Campbell. Ator que antes dos anos 2000, aqui entre nós, era um gato. Até coberto de sangue e dando aquelas risadas bizarras em Evil Dead 2.

A direção Sam Raimi e produção de Rob Tapert são espetaculares. Para a época, Sam com apenas 22 anos de idade, dirigiu um dos ícones do terror. Que depois de várias décadas, ganharia uma regravação. A mais esperada do século 21.


 CURIOSIDADES

  • O filme foi rodado com o título Book of the Dead, escolhido por Sam Raimi. Na hora do lançamento, entretanto, o produtor Irvin Shapiro exigiu a mudança para The Evil Dead temendo que as pessoas fossem ver o filme achando que continha citações literárias, sendo que o tal "Livro dos Mortos" aparece muito pouco na trama.
  • A cabana abandonada onde o filme foi rodado era, realmente, uma cabana abandonada. E que pegou fogo, misteriosamente, alguns anos após as filmagens.
  • No porão da cabana, é possível ver um pôster do filme Quadrilha de Sádicos, de Wes Craven.
  • A voz do professor na gravação encontrada pelos jovens é do ator Bob Dorian, que não foi creditado.
  • O líquido branco que os humanos possuídos por demônios cuspiam era leite. Raimi usou isso não só para mostrar que o "sangue" dos demônios era diferente, mas também conseguir uma classificação mais branda da censura, do que se usasse um sangue parecido com o real.
  • A cena do sangue escorrendo sobre um projetor de cinema é uma homenagem de Sam Raimi a um amigo de escola, Andy Grainger. Quando Raimi e Bruce Campbell contaram a Grainger sobre a ideia para um filme, este respondeu: "Façam o fizerem, deixem o sangue escorrendo na tela o tempo todo". E assim foi feita uma homenagem literal.
  • A cabana usada para as filmagens não tinha porão. Assim, os produtores fizeram um buraco no piso, cavaram um pouco e colocaram um pedaço de escada, para as cenas onde alguém aparecendo entrando no porão. Sempre que os personagens estão caminhando no cenário do porão, as filmagens foram realizadas na garagem da casa de Sam Raimi.
  • Supostamente, o personagem de Bruce Campbell se chama Ashley "Ash" J. Williams, mas nem em The Evil Dead, nem em qualquer outro dos filmes da série, o nome de batismo do personagem é citado. Neste primeiro filme ele é chamado duas vezes de Ashley, e o restante do tempo de "Ash". Mesmo assim, o nome completo pegou e todo fã da série o conhece.
  •  As misteriosas palavras ditas pelo professor na gravação, e que tem o poder de desertar os demônios, são fragmentos da frase "Rob Tapert e Sam Raimi are the men on the side of the road" (Rob Tapert e Sam Raimi são os homens do lado da estrada), entregando a participação especial do diretor e do produtor Tapert no início do filme, logo depois o carro onde estão os cinco amigos quase bater num caminhão.
  • Um dos macabros desenhos no interior do Livro dos Mortos é uma reprodução da pintura "The Great Red Dragon and the Woman Clothed With the Sun", de William Blake. Este desenho tornou-se famoso como elemento principal do livro Dragão Vermelho, de Thomas Harris, onde o serial killer é "possuído" pelo dragão do desenho. O detalhe também é mostrado no remake Dragão Vermelho.
  • The Evil Dead foi um dos primeiros filmes a ser proibido na Inglaterra devido ao excesso de sangue e violência.
  • Os atores possuídos por demônios normalmente eram substituídos por dublês com maquiagem carregada, que representavam os demônios. Os irmãos de Sam, Ted e Ivam Raimi, e o amigo de Scott Spiegal (diretor de Um Drink no Inferno 2), foram dois destes dublês.
  • Sam Raimi fez a voz da força demoníaca que grita "Join us! Join us!" aos personagens.
  • A atriz Betsy Baker faz uma cena em que tenta apunhalar Ash, cambaleando pela sala como se fosse cega. Bem, a atriz realmente não estava enxergando nada, graças às lentes de contato brancas, e realmente não fazia noção de onde Bruce Campbell estava.
  • Há uma cena cortada, mostrada no DVD lançado no Brasil, que acontece logo depois que todos os amigos de Ash são transformados em demônios. Ele sai da cabana e começa a gritar desesperado, antes de destruir o vidro de uma das janelas da cabana com um chute.
  • O filme foi lançado nos EUA em uma versão especial para colecionador, em um estojo de plástico que imitava a capa do Livro dos Mortos mostrado na história.

Nota do Filme: 10 de 10


The Evil Dead é um pouco engraçado por conta de ser um filme antigo. Mas é impossível não achar as cenas do filme bizarras e assustadoras. E essa é a dica clássica de hoje, espero que vocês tenham gostado, até mais leitores!

XOXO

terça-feira, 25 de março de 2014

Lights Out (2013)

Você já viu o curta que está fazendo o maior sucesso na internet?
Se ainda não viu, essa é a hora. Com aproximadamente 3 minutos, o curta Lights Out vai te deixar com os cabelos em pé. 

Lights Out
Lights Out

Com apenas uma atriz e sem diálogo algum, Lights Out brinca com os sons, gemidos e ruídos, dando assim uma maior sensação de suspense e adrenalina a quem está assistindo.

De começo eu confesso que fiquei com muito medo. Consegui ver o primeiro minuto do curta e depois fui chamar alguém para ver comigo. Não sei explicar o que me deu, só sei que o suspense transmitido no curta é ótimo, mesmo ele sendo simples, com efeitos simples, consegue te prender e te deixar sobre pressão do medo.

A atriz, Lotta Losten, passa essa realidade de medo aos espectadores de uma forma que todos nós conhecemos, pois vamos concordar, quem ai nunca saiu correndo quando apagou a luz?

O curta é a realidade de uma pessoa que tem medo do escuro. Em outros olhares podemos perceber que a mente sobre pressão, medo, pode imaginar qualquer coisa. De início, o curta mostra no final do corredor um cabide com umas roupas penduradas, logo já imaginamos que provavelmente aquilo seria o 'ser' do curta, mas não, quando estamos tensos, a mente brinca com a clareza da nossa visão. Até com um simples ruído podemos se assustar.

Mas também tem outro porém... Por ser um curta de terror/suspense, provavelmente o diretor quis mostrar realidade e não imaginação do personagem vivido. Qual foi o propósito dele com esse curta? Foi pegar o medo do ser humano, escuro, e colocar uma possibilidade de que não é apenas imaginação, de que isso que você 'imagina' é a realidade bem na sua frente. David F. Sandberg consegue passar o planejado a quem irá assistir Lights Out. E ai, está preparado? 


Nota do Curta: 10 de 10


E esse foi o post dessa terça-feira. Gostou?
Bom, espero vocês amanhã com dica de filme clássico õ/
Até mais leitores!

XOXO

segunda-feira, 24 de março de 2014

Alice - Avril Lavigne

Alice é um single da cantora canadense Avril Lavigne. A canção está presente no quarto álbum de estúdio da cantora, Goodbye Lullaby, e faz parte da trilha sonora oficial do filme Alice in Wonderland, do diretor Tim Burton, e do álbum do longa-metragem, denominado Almost Alive. A letra da canção diz respeito à sobrevivência nos caminhos da personagem de Alice no longa, e a todos os sentimentos que ela teve.

Alice
Avril Lavigne

Avril descreveu a cação como sendo um pouco dark e afirmou que ela foi escrita no piano, acrescentando que gostou do resultado final. Alice é uma balada de meio-tempo, escrita do ponto de vista da personagem principal de Alice in Wonderland. A música é composta inteiramente por Avril.

Em entrevista para a revista online Slink, pertencente a rede BBC do Reino Unido, Avril disse mais a respeito da composição de Alice:
"Simplesmente, eu começo com os acordes... tento encaixar alguma coisa que eu ache bonita, musicalmente falado. Eu nunca compus uma letra e depois coloquei ela numa melodia, sempre foi a música primeiro, e então a melodia e a letra quase que surgem juntas."

Em entrevista ao site Terra Brasil. Avril disse que onde veio a inspiração para criar o refrão da música-tema do longa foi que antes de tudo tem que "sobreviver" a jornada de passagem da personagem Alice do filme e viver todas as emoções que ela sentiu durante o decorrer do filme. Avril terminou a entrevista dizendo que quando era criança, sempre lia os livros de "Alice no País das Maravilhas" e que já tinha uma experiência sobre o tema durante toda a vida dela.


Em uma entrevista para rádio de Ryan Seacrest, que é um dos apresentadores do American Idol dos EUA, Avril disse que estava fazendo uma coleção Abbey Dawn especialmente para o longa-metragem Alice in Wonderland e quando visitou os estúdios Disney se ofereceu para fazer uma canção-tema para o filme, uma vez que estava compondo outras músicas para o seu quarto álbum de estúdio. Depois, Avril recebeu um telefonema de seu atual empresário dizendo que os responsáveis da Disney acataram sua ideia. E logo em seguida Avril foi ao seu piano e começou a trabalhar em Alice. Quando terminou de gravar ela enviou a canção em CD para Tim Burton, o diretor de Alice in Wonderland, dizendo que é perfeita para o filme. O videoclipe foi filmado nos dias 26 e 27 de janeiro de 2010, em Los Angeles County Arboretum and Botanic Garden, com direção de Dave Meyers, e lançado em 17 de fevereiro.


No portal About.com, Alice foi avaliada pelo crítico musical Bill Lamb com quatro estrelas, em uma escala que vai até cinco. Lamb afirmou que a canção fornece uma introdução dramática adequada para a publicidade do filme, elogiando o vocal emocional de Avril. Segundo uma avaliação do jornal Calgary Herald, a canção é uma das melhores da carreira de Avril Lavigne.

William Ruhlmann, dos site Allmusic fez um pequeno comentário sobre o single durante sua resenha sobre o álbum Almost Alice. William disse que o álbum deveria ter uma coleção de músicas do gênero pop-rock e que Alice dá créditos pro filme, além da canção ser uma autêntica música pop para adolescente. 

A revista Billboard se pronunciou a respeito da canção e disse que para Avril, contribuir para Almost Alice foi a plataforma perfeita para apresentar seu vindouro quarto álbum de estúdio. Segundo a própria cantora:
"Foi uma maneira legal para eu mostrar um lado novo e que, esse foi um projeto tão maravilhoso de fazer parte que eu jamais poderia ter recusado."
Um crítico do jornal Today Online, respondeu favoravelmente dizendo em poucas linhas que essa canção é a melhor faixa de todo o álbum Almost Alice.


A canção estreou na 60ª posição na parada do Canadá feita pela Billboard, a Canadian Hot 100, seu alcance máximo foi no 53º lugar. Já na Argentina a cação estreou na 90ª posição na parada Top 100 Argentina com posição máxima na 31ª. Nos EUA foram vendidos mais de 45 mil cópias em quatro semanas de lançamento, e semanas depois estreou na 71ª posição na Billboard Hot 100 e em outras paradas do país. Semanas após seu lançamento, Alice se encontra no Top 100 dos singles mais vendidos no iTunes. No Japão, o single entrou em várias paradas musicais do país, com destaque para a Japan Hot 100 Airplay, onde estreou em 2º lugar no ranking. Na Coreia do Sul, ficou na 6ª colocação na Gaon Music Chart. No Brasil entrou na 86ª posição das 100 músicas mais executadas nas rádios do país. Uma semana depois, pulou 37 posições chegando na 49ª posição na parada, com pico na 32ª.


Ainda no Brasil, o clipe ficou no primeiro lugar dos videoclipes mais vistos do MTV Music Brasil da MTV Brasil. Na rede de televisão MuchMusic ficou na 14ª posição da parada de videoclipes. Foi publicado na Billboard Brasil uma lista dos clipes mais votados na programação da Multishow, e Alice ficou na 7ª colocação no mês de maio de 2010. Na parada nacional de vendas de ringtones da Vivo, a canção ficou na 5ª posição. No Japão, Alice foi certificado com disco de ouro pelas mais de 100 mil cópias vendias, segundo o RIAJ


E esse foi o post single de hoje. 
Espero que vocês tenham gostado e até a próxima leitores!

XOXO

domingo, 23 de março de 2014

College 11 - College 11

College 11 é uma banda brasileira que canta em inglês, fundada na cidade de São Paulo em meados de 2010 pelos integrantes Mayra Arduini e Bruno Martini. Foram descobertos pela Disney graças a um CD demo e são os primeiros artistas da America Latina lançados internacionalmente pela companhia. O álbum auto-intitulado de estreia da dupla foi lançado dia 17 de junho de 2012 nas lojas virtuais iTunes.

College 11
College 11

FAIXAS
01 Till the Morning Light
02 The Bet (feat. Bryan G)
03 It's Only Love
04 Go!
05 Diamond Eyes
06 When Love Comes Around
07 Skirts and Ties
08 Fairy Tale
09 Say Yeah (feat. Bing Man & Zulu Mike)
10 Yes, I Do
11 Censored
12 Back to Wonderland



Os integrantes se conheceram após uma disputa de banda, onde ela foi a vencedora. Eles se reuniram para conversar e acabaram compondo quatro canções juntos. Após gravarem um CD demo, o pai de Bruno entregou-o para um produtor americano que trabalhou com o Justin Bieber e Britney Spears e logo em seguida deu resposta que a banda tinha o estilo da Disney, assinando um contrato com a empresa.

When Love Comes Around

Go!

Till the Morning Light

The Bet (feat. Bryan G)

Eu não fazia ideia de que essa dupla teria um álbum tão gostoso de escutar igual à esse. São inúmeras músicas ótimas que você não pode ficar de fora, faça o download agora mesmo! Minhas favoritas são: Go! e Till the Morning Light. Quais são as suas?

E esse foi o post de hoje, até a próxima leitores!

XOXO