Esta é a prova que um curta não precisa ser realmente assustador para ser bom. Suckablood contém uma história que te prende ao curta e faça com que você preste atenção aos mínimos detalhes. O enredo e composição das cenas condiz com um conto de fadas, mas contado de uma maneira totalmente diferente. Vale a pena conferir.
Para quem passou a infância sendo assutado por histórias no estilo Bicho Papão, Homem do Saco e dentre outras, vai se identificar com este curta. O enredo conta com um personagem chamado Chupasangue, cujo seu objetivo é atacar as pessoas que dormem chupando o polegar da mão.
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Nota do Curta: 10 de 10
A fotografia é um tanto quanto medieval, e os efeitos especiais são explorados durante todo curta, deixando com que você perceba que a maioria das cenas são feitas pelo computador. Sem sustos, o fator que deixa o curta realmente bom é a distribuição das cenas, história criada e narração, que é feita pelo personagem principal do curta, o Suckablood.
Demi é o quarto álbum de estúdio da cantora norte-americana Demi Lovato. Foi lançado oficialmente em 14 de maio de 2013 pela gravadora Hollywood Records. Em alguns países da Oceania e Europa, o álbum foi lançado no dia 10 do mesmo mês. Vendeu 110 mil cópias em sua primeira semana nos Estados Unidos, dois mil a mais que a antiga melhor semana de vendas de Lovato, o que lhe rendeu uma estreia na terceira posição da Billboard 200. No Metacritic sua avaliação foi 64 de 100.
Jason Lipshutz escreveu uma resenha faixa-a-faixa para a Billboard, na qual comentou: "O disco é muito mais do que apenas um álbum pop feito para vender, com o objetivo de produzir três singles para a rádio e pouco mais. O mais impressionante é que Demi assume riscos. Alguns deles não dão certo - o exemplo mais evidente sendo a dançante 'Neon Lights' - mas é mais interessante escutar Lovato tomar alguns desvios de som, em canções como a melancólica 'Shouldn't Come Back' e a incitadora 'Without the Love', do que vê-la existir de forma imutável." Ele citou as faixas Made in the USA, Really Don't Care e Something That We're Not como destaques entre as de tempo acelerado por, de acordo com ele: "encontrarem a perfeita combinação entre diversão bubblegum e a voz poderosa de Lovato".
No Entertainment Weekly, Melissa Maerz considerou que: "O disco soa como um retorno decisivo ao teen pop", depois do amadurecimento do anterior Unbroken. Ela também escreveu que o disco não seria muito pessoal, e "até mesmo as canções confessionais, como a bela balada tocada ao piano 'In Case', não revelam muito além dos problemas comuns de garota sofrendo por amor".
Made in the USA
No Boston Globe, Marc Hirsh comparou negativamente o disco com os dois primeiros da cantora, afirmado: "Ela parece estar eliminando qualquer tipo de personalidade que puder. O álbum soa como se Lovato estivesse ansiando por canções de sucesso, quando ela costumava soar como se estivesse criando música e se divertindo". O crítico elogiou a faixa Something That We're Not, que descreveu como animadora e espirituosa, mas considerou que Warrior copia outra faixa da própria cantora, Skyscraper, substituindo uma metáfora idiossincrática intrigante por outra bem comum.
Neon Lights
Jon Caramanica, do The New York Times, descreveu o álbum como muitas vezes impressionante e considerou que é em faixas em que a produção foi minimizada, como Shouldn't Come Back e In Case, que a cantora se expõe mais.
Bill Lamb, crítico do portal About.com, escreveu de forma semelhante que Lovato pode ser verdadeiramente fascinante quando permite que a vulnerabilidade seja mostrada em seus vocais. Ele descreveu o álbum como um disco pop sólido, que não é perfeito, mas os melhores momentos são poderosos. Lamb destacou a faixa Really Don't Care como uma ótima adição a uma playlist de verão.
Aposto que assim como eu você viciou em Demi.
O álbum é ótimo, com músicas inspiradoras e agitadas, dignas de todos os momentos.